O verde é uma variação do azul!!!

http://www.youtube.com/watch?v=q5Pnx_C84oA

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Uma data a comemorar!!

 

Canta, canta, amigo canta.

Vem cantar a nossa cancão.

Tu sozinho não és nada.

Junto temos o mundo na mão.

(Alguém me sabe dizer o autor dsa cancão e o título???!!! Nã sê…)

Hoje ouvi emocionada esta canção, recordei emoções vividas na minha verde infância.. Até tive de disfarçar o olhar para quem estava em redor… Não tive companhia, estava frio, a motivação dos outros era menor. No entanto decidi: Vou sozinha, é a minha forma de comemorar a LIBERDADE!!!

 Eu tinha 2 anos no 25 de Abril, mas lembro-me de andar nos ombros de alguém muito emocionado. Pequena mas convita erguia os meus dois deditos em sinal de vitória. Já confirmei esta lembrança, se seria realmente desse vitorioso dia e disseram-me: ‘Sim, foi..’ E eu indaguei: ‘ Mas esse dia não foi muito agitado e um pouco perigoso?’ Ao que me responderam: ‘Agitado sim, perigoso não!’ O que a revolução dos cravos teve de memorável foi esse dia em que não se verteu sangue..

Lembro-mo dos anos que se seguiram à revolução, a luta sindical da  minha tia e das colegas em frente à assembleia!!!

São memórias de infância em forma de fragmentos marcantes mas que fazem todo o sentido.

 

http://www.youtube.com/watch?v=66I7rYEKkPs

 

 

‘Are we human or are we denser/ dancer?’

 

bailarinos1

Devoção,amor e amizade são palavras homónimas na palavra da alma. E o que é a devoção? A     devoção, na minha opinião,é a fé intrínseca (essencial) ao conhecimento do mais profundo no ser. E agora eu pergunto inspirada na letra dos Killers ‘Are we human or are we denser/ dancer?’: E se houver entre vós seres mais densos no dever? Ou se houver entre nós pessoas tão devotas aos valores que mais parecem marionetas? E serão?  Nas mãos dos outros são dançarinos… Mas eu ordeno não, afirmo com toda a força da minha  alma!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!Os devotos são os lindos bailarinos de  Zeus e vivem séculos, nem que seja pela perduração dos bons frutos da sua devoção.

                                                                                    Vossa,

Rute Godinho

(so called Bee)

 

‘Are we human or are we denser/ dancer?’com legenda:  

http://www.youtube.com/watch?v=DdRGDGl0yfM&feature=related

Boaventura Sousa Santos antecipou, esta quarta-feira, algum “desassosego social” provocado pela actual conjuntura económica. O director do Centro de Estudos Sociais, que participava no X Congresso Afro-Luso-Brasileiro, na Universidade do Minho, augurou ainda o fim da democracia nos moldes actuais, já que, alerta, em Portugal, esta forma de Governo não promoveu a igualdade social.

“Se, nos últimos 30 anos, a democracia não conseguiu tornar equitativa a distribuição, há aqui qualquer coisa que não joga, uma vez que a democracia sempre foi associada à justiça social e respectivas políticas”, referiu, adiantando que, nos últimos anos, estes conceitos desacoplaram-se. Com o atenuamento das políticas sociais, nomeadamente reformas, apoios e subsídios que passaram a ser “residuais”, esta relação ficou fragilizada. “Até quando a democracia se vai suster num país onde aumentaram as injustiças?”, questiona, cáustico, antecipando uma crise social.

“Perguntam-me se e quando as pessoas se vão manifestar. É muito provável que haja algum desassossego”, continua, evidenciando aquela que foi a opinião mais debatida no primeiro dia do congresso: “O país e a Europa tiveram mais capacidade de resolver o problema dos bancos do que o das pessoas”. Sousa Santos acredita, no entanto, que não será a morte da democracia. “É preciso é mais democracia, já que, neste país, ela funciona em baixa intensidade. É preciso mais referendos, saber se as pessoas querem mais pontes ou um sistema de saúde melhor”, sublinhou.

Na mesma linha de pensamento, também Veit Bader, considerado um dos mais conceituados cientistas sociais, alertou para a urgência em “regulamentar” o capitalismo, sob pena de um “desastre”. Comparando já a actual crise à Grande Depressão, o sociólogo garante que se não forem tomadas medidas, o colapso atingirá as pensões sociais, criando uma vaga de idosos pobres. “É ridículo que os governos nacionalizem os bancos e estes não se comportem, depois, como o esperado”, acrescentou ainda. Sobre a emigração, não tem dúvidas: “É preciso impor medidas menos restritivas, já que a única coisa que distingue alguém que nasceu num país subdesenvolvido ou num rico é o factor sorte”.

Denisa Sousa in Jornal de Notícias

 

 

A toda a mentalidade de uma sociedade que basea comportamentos no suposto poder do orgão masculino.

P.S:: Machismo- exagerado senso do orgulho masculino; virilidade agressiva; comportamento que tende a negar à mulher a extensão de prerrogativas ou direitos do homem.

Por hoje tenho dito. ..

As mulheres existem para que as amemos, e não para que as compreendamos.

                                                                                                                           Oscar Wilde

 

Não tentes ser bem sucedido, tenta antes ser um homem de valor.

                                                                                             Albert Einstein

Caso Freeport

Novas perícias financeiras levaram a Judiciária a realizar buscas na casa e empresa de um tio de José Sócrates, no escritório de advogados de Vasco Vieira de Almeida e no ‘atelier’ do arquitecto Capinha Lopes Buscas foram ordenadas pelo Ministério Público Contas sediadas em offshores ligados a Júlio Coelho Monteiro, tio de José Sócrates, terão sido utilizadas para fazer circular dinheiro, o qual terá servido para pagar comissões de forma a que o projecto Freeport de Alcochete fosse viabilizado, o que aconteceu três dias antes das eleições legislativas de 2002.

É esta, segundo uma fonte do Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DCIAP), a suspeita que levou ontem os investigadores a fazer buscas na casa e empresa do empresário. Foi também para analisar os “fluxos financeiros” em que interveio a sociedade de advogados Vieira de Almeida que os investigadores recolheram documentação na sede desta sociedade. As duas acções do DCIAP indiciam que a investigação pretende cruzar os elementos recolhidos nas buscas com outros já apurados pelo Departamento de Perícia Financeira da Polícia Judiciária que, desde 2005, está a analisar os primeiros documentos apreendidos numa busca, naquele ano, às instalações do Freeport, em Alcochete.

Em comunicado, a sociedade de advogados Vieira de Almeida (VdA) confirma o interesse das autoridades nos movimentos de dinheiro: “A VdA esclareceu todos os fluxos financeiros em que interveio, sempre como legal representante do Freeport, nomeadamente o que se relaciona com o contrato de compra e venda do imóvel no montante de 1175 milhões de escudos (um pouco mais de cinco milhões de euros)”. Porém, os advogados sublinham que o valor é o que “consta da escritura.”

Contactado pelo DN, o tio de José Sócrates não quis prestar declarações. Dizendo apenas que, ao contrário do que foi veiculado durante o dia de ontem, os seus apelidos não são “Carvalho Monteiro”, mas sim “Coelho Monteiro”. Antes, em declarações ao semanário Sol, Júlio Coelho Monteiro acabou por confirmar as suspeitas, declarando que a Judiciária procurava documentos relacionados com “offshores antigos”.

O caso Freeport arrasta-se na investigação desde 2005. Em causa estão suspeitas de corrupção e tráfico de influências que terão servido para a aprovação do empreendimento situado em Alcochete. José Sócrates foi co-autor de um despacho, assinado três dias antes das eleições de 2002, que reduziu a área da Zona Protegida do Estuário do Tejo, viabilizando a construção do empreendimento. Em Fevereiro de 2005, a PJ de Setúbal lançou uma série de buscas dias antes das eleições legislativas. Mas tudo se complicou quando o extinto semanário O Independente revelou um documento da PJ em que o nome de José Sócrates figurava numa lista de suspeitos. Tudo foi desmentido oficialmente.

Ontem, Sócrates, reagindo à operação de buscas, fez questão de recordar o episódio, sublinhando que o caso volta à ribalta “em 2009 quando vamos disputar três eleições”. Ao contrário do que foi noticiado, ontem pelo Público, as buscas realizadas não tiveram origem num pedido da polícia inglesa. “Resultam 100% do processo português”, adiantou fonte do DCIAP. Apesar de, na passada segunda-feira, ter chegado um carta rogatória de Inglaterra com pedidos de informações. A Procuradoria-Geral da República disse que as buscas foram consideradas como “necessárias” pelos procuradores do processo.

CARLOS RODRIGUES LIMA

E estes ricaços, com tudo à porta vivem lá para as minhas bandas… as bandas da minha terra natal. Resta saber quem tem razão. Será a justiça por fazer o dever? ( O dever que demora…) Serão politiquices? Ou supostos manipuladores, que na voz de José Socrates, colocam o caso de novo em curso por ser ano de eleições?

Se é este o país que temos mais vale escolher outro destino e emigrar…

As vozes do povo dizem que os portugueses emigrantes são valentes, que enfrentam o desconhecido noutras paragens, muitas vezes sem arranhar a língua nativa.

A mim parece-me que viver neste país é um verdadeiro desafio a quem pretende construir algo de significativo e duradouro. Vivemos no país, do vai-se fazendo, vai-se vivendo, vai-se trabalhando…

Apenas um desabafo..

BEM HAJAM!

Vogtland

 

Morgens frȕh um sechs

kommt die Kleine Hex

morgens frȕh um sieben

schabt sie gelbe Rȕben;

morgens frȕh um acht

wird Kaffee, Kaffee gemacht;

Morgens frȕh um neun

geht sie in die Scheun’,

morgens frȕh um zehn

holt sie Holz und Spȁn’;

feuert an um elf,

kocht dann bis um zwȍlf

Spinnenbeine, Krebs und Fisch.

Hurtig, Kinder, kommt zu Tisch!

(Guten Appetit!)

 

O que significam os termos “cidadania” e “cidadão” e como são usados na educação?

 O cidadão é um membro de um estado ou comunidade politicamente organizada. Tornamo-nos cidadãos pelo nascimento, residência, família,..

A cidadania significa: • Um estatuto político e legal (ter/obter/aplicar/recusar) que confere direitos e responsabilidades definidos na lei (votar, pagar impostos,…). Pode confundir -se com nacionalidade… • Envolvimento na vida pública, refere-se ao conjunto das acções que vão desde votar à participação na vida pública e outros comportamentos sociais e morais, não apenas direitos e deveres, que as sociedades esperam dos cidadãos. O debate acerca do que deverão ser estes direitos, responsabilidades e comportamentos, está em curso… • Acção educativa, ou seja o processo de ajudar as pessoas a tornarem-se cidadãos activos, informados e responsáveis. Neste sentido, a cidadania é uma educação para a cidadania nos diversos contextos formais e informais…

                                                                                                                                                                                                   João Reis

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Escreveu-se muito sobre Carlo Ponzi, o vigarista que inventou a fraude da pirâmide que atirou de pantanas as finanças mundiais. Explicou-se bem o esquema, como se nós fossemos Bernard Madoff ou D. Branca em potência, ávidos de aprender, para reatar a coisa logo que o povo esqueça, como virá a esquecer. Ora eu, de Ponzi, interessa-me sobretudo Ponzi. E foi um humorista, Millôr Fernandes, na última edição da revista Veja, que me lembrou que o homem, depois de milionário e vigarista preso na América, acabou num hospital miserável do Rio de Janeiro, em 1949. A última entrevista deu-a a David Nasser, repórter da revista O Cruzeiro, ele próprio um vigarista genial. Nasser, com fotografias de Jean Manzon, escreveu belas páginas sobre a chegada de extraterrestres ao Brasil. Do seu catre de vagabundo do hospital carioca, Ponzi disse: “A única diferença entre mim e Pierpont Morgan [banqueiro americano] é que ele deu certo.” Disse mesmo? Nasser inventou? A verdade é que Ponzi aprendeu o truque num banco de imigrantes italianos que para ter clientes pagava juros mais altos, roubados dos depósitos dos próprios clientes. Às vezes dá certo.

Ferreira Fernandes